No Artigo: Tips for Making Small Talk With Bigwings "Dicas para uma conversa (oportunidade) com alguém importante", tradução livre, o autor John Baldoni nos sugere o planejamento para este momento, pois quando há oportunidade não precisaremos pensar no que dizer e podemos evitar gafes. A principal dica fica por conta da percepção quanto a receptividade do interlocutor; não havendo interesse ou disponibilidade é melhor aguardar uma próxima chance.
Dicas:
. Faça lição de casa, ou seja, prepare-se para o que vai dizer antes da oportunidade surgir;
. Seja você mesmo, não perdendo o contato visual e mantendo postura adequada;
. "Leia" e perceba o contexto, o ambiente e a disponibilidade para avaliar se deve continuar ou aguardar uma próxima vez.
Veja que há duas dicas envolvendo questões emocionais, que dependerão de sua habilidade de perceber o momento certo.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Como não conseguir algo é a chave para consegui-lo

Peter Bregman, consultor em negócios e carreira, no artigo: How Not Achieving Something Is the Key to Achieving It
- Como não conseguir algo é a chave para consegui-lo (sucesso), tradução livre, discute a questão da persistência e forma de obter êxito
em seus propósitos; há uma tendência de acomodação ou desistência quando não conseguimos obter os resultados na primeira tentativa,
porém não consideramos o tempo e a "curva" de aprendizagem e o processo em si, concentramos o foco somente na obtenção do resultado final.
A tentativa de estabelecer um contato profissional, descrita no artigo, nos remete acreditar que mesmo algo que nos parece pouco
provável a princípio há chances de ocorrer dependendo da nossa estratégia, que deverá contar com a possibilidade de não obtenção
de resultado na primeira tentativa; o processo de aprendizagem talvez seja o mais importante item a ser considerado.
O artigo termina com "final feliz", ou seja, o resultado alcançado após inúmeras tentativas, mas a principal mensagem encontra-se
na necessidade da tentativa, pois, segundo o autor a tentativa e o aprendizado pode nos conceder o sucesso.
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Eight Things Your Employees Want From You
Oito coisas que seus funcionários querem de você:
O texto: Eight Things Your Employees Want From You de Melissa Raffoni, publicado na Harvard Business Review, descreve de forma simples e objetiva questões, que na maioria das vezes, não são discutidas entre o líder e liderado. As oito "coisas" não esgostam o assunto, porém nos faz pensar e questionar comportamentos e valores:
1. Liderado: Diga-me o meu papel, me diga o que fazer, e descreva as regras;
2. Aplicar disciplina ao meu colega que está fora da linha (em desacordo com as regras);
3. Liderado: Matenha-me motivado. Há muitas interpretações a respeito, principalmente que somente a própria pessoa (liderado) pode se motivar, o professor Marins descreve bem este item, porém o líder pode contribuir com projetos e atividades que desafiam, de forma "saudável", o liderado;
4. Liderado: Não se esqueça de me elogiar. Tema também de discussão, o feedback positivo contribui para motivação do profissional;
5. Liderado: Não me assuste. O liderado precisa de um líder comedido, que confia no trabalho do profissional e não perde o controle facilmente;
6. Liderado: Impressione-me. Novamente a questão da atenção e argumentos para manter o profissional motivado e interessado na conclusão do projeto ou atividade a qual se destina;
7. Liderado: Dê-me alguma autonomia. O líder pode conceder autonomia ao liderado, porém com o acompanhamento frequente, proporcionando o compartilhamento da responsabilidade;
8. Liderado: Ajuda-me a vencer. Ninguém quer falhar. Indecisos líderes que mantêm as pessoas em papéis errados, definem metas não realistas, manter os membros da equipe improdutivos ou mudam de direção injustamente, apenas frustram todos e faz as pessoas se sentirem derrotadas; os funcionários querem e precisam de um líder.
O texto: Eight Things Your Employees Want From You de Melissa Raffoni, publicado na Harvard Business Review, descreve de forma simples e objetiva questões, que na maioria das vezes, não são discutidas entre o líder e liderado. As oito "coisas" não esgostam o assunto, porém nos faz pensar e questionar comportamentos e valores:
1. Liderado: Diga-me o meu papel, me diga o que fazer, e descreva as regras;
2. Aplicar disciplina ao meu colega que está fora da linha (em desacordo com as regras);
3. Liderado: Matenha-me motivado. Há muitas interpretações a respeito, principalmente que somente a própria pessoa (liderado) pode se motivar, o professor Marins descreve bem este item, porém o líder pode contribuir com projetos e atividades que desafiam, de forma "saudável", o liderado;
4. Liderado: Não se esqueça de me elogiar. Tema também de discussão, o feedback positivo contribui para motivação do profissional;
5. Liderado: Não me assuste. O liderado precisa de um líder comedido, que confia no trabalho do profissional e não perde o controle facilmente;
6. Liderado: Impressione-me. Novamente a questão da atenção e argumentos para manter o profissional motivado e interessado na conclusão do projeto ou atividade a qual se destina;
7. Liderado: Dê-me alguma autonomia. O líder pode conceder autonomia ao liderado, porém com o acompanhamento frequente, proporcionando o compartilhamento da responsabilidade;
8. Liderado: Ajuda-me a vencer. Ninguém quer falhar. Indecisos líderes que mantêm as pessoas em papéis errados, definem metas não realistas, manter os membros da equipe improdutivos ou mudam de direção injustamente, apenas frustram todos e faz as pessoas se sentirem derrotadas; os funcionários querem e precisam de um líder.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
IT Security Policy

Qual é a melhor forma de implementar a Política de Segurança de TI nas empresas?
Normalmente as regras são criadas pelos líderes de TI, sem a participação dos funcionários. Os usuários que não sabem por que as regras foram criadas talvez não participem e não aplicam no trabalho. Alguns especialistas em segurança de TI sugerem a inclusão de um responsável por cada área para debater e explicar as exigências em termos de aplicativo, acesso e comunicação. Mídia Social, mensagem instantânea, conexão sem fio, “gadgets”, aplicativo de e-mail pessoal, etc. O uso deve ser justificado e compreendido pelos funcionários. As regras também devem ser revistas mensalmente ou trimestralmente. Este processo começa com a implementação, mas não tem prazo para terminar e deve estar vivo (ativo).
What is the best way to implement IT Security Policy at companies?
Usually the rules are created by IT leaders, without employees participation. Users who do not know why the rules were created may not attend and to apply at work. Some IT Security specialists suggest to include a responsible for each area to discuss and explain the area requirements in terms of the application, access and communication. Social Media, instant messenger, wireless connection, gadgets, personal e-mail application, etc. The use must be justified and understood by employees. Rules also need to be reviewed monthly or quarterly. This process begin with implementation, but does not have time to finish and must to be alive (active).
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Print Smart II

Participei do projeto "Print Smart II" - Impressão Inteligente como coordenador da Unidade de Negócio EBU da Cummins Brasil Ltda. O projeto compreendeu a instalação de equipamentos multifuncionais para prover serviços de impressão, scanner, fax e cópia aos usuários da empresa, independente do local ou país que atuam.
Tive a grata surpresa do reconhecimento internacional pelo sucesso do projeto, juntamente com o Gerente de TI (CBS) - Rubens Ferro e a Líder do Projeto - Eliane Santos, foto acima.
Agradeço a todos pela oportunidade.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Business Analytics & Optimization (BAO)
O aumento no volume de dados originados pelos sistemas ERP - Enterprise Resource Planning e CRM - Customer Relationship Management, contribuiram para criação do BI - Business Intelligence; aplicativo que tem como função a organização dos dados de forma a produzir informações estatísticas e demonstrativos gráficos.
A Web 2.0, compreendendo: Rede Social, Podcast, Blog, Twitter, etc disponibiliza dados e informações a todo instante na Rede mundial de computadores. Há oportunidade de utilizar a Internet, suas ferramentas e recursos, para compilar e consolidar os indicadores de Mercado, clientes, fornecedores e concorrentes. A análise "Analytics" e integração/otimização "Optimization" deste novo cenário produzirá resultados dinâmicos que atendam ao planejamento estratégico e gestão de recursos; este é propósito do BAO - Business Analytics & Optimization, que foi divulgado como tendência para 2010, mas já está em dicussão por grandes empresas de TI.
Business Analytics and Optimization for the Intelligent by Steve LaValle IBM
sábado, 12 de dezembro de 2009
SOx Sarbanes-Oxley Act 2002

Sarbanes-Oxley, Sarbox ou SOx é uma lei americana, criada por Paul Sarbanes e Michael G Oxley, assinada pelo Presidente Bush em 30 de Julho de 2002; tem como foco principal as empresas de capital aberto, negociadas na Bolsa de valores. As empresas multinacionais, com oferta de ações, são auditadas em todas as suas unidades, independente do país que atua.
A lei foi promulgada como reação a uma série de grandes escândalos corporativos de contabilidade, envolvendo as empresas: Enron, Tyco International, Adelphia, Peregrine Systems e WorldCom. Estes escândalos, que custaram bilhões de dólares aos investidores, quando os preços das ações das empresas afetadas desabaram, abalaram a confiança do público nos Mercados de valores mobiliários.
O ato contém várias secções, dentre elas: 302 “Corporate Responsibility for Financial Reports", 404 “Management Assessment of Internal Controls”, 409 “Real-time Issuer Disclosures” e 802 “Criminal Penalties for Altering Documents” – compreendendo a responsabilidade civil e criminal da diretoria corporativa; adicionais às sanções penais envolvendo: SEC – “Securities and Exchange Commission”, COSO – “Committee of Sponsoring Organizations” e PCAOB – “Public Company Accounting Oversight Board”. A lei também abrange questões como a independência dos auditores, governança corporativa, avaliação de controles interno e de divulgação financeira reforçada.
Os controles de TI – Tecnologia da Informação relacionados com a confidencialidade, integridade, disponibilidade de dados e gestão global da informação estão no escopo da lei; são descritos em duas categorias:
• Controles de TI em geral ITGC – “Information Technology General Controls” que abrange: operação de computadores, acesso a aplicativos e sistemas, segregação de função, segurança da informação, definição de políticas e procedimentos, backup, infra-estrutura, plano de contingência (DRP – Disaster Recovery Plan), etc.
• Gestão de mudança “Change Management”, incluindo: desenvolvimento, manutenção e alterações de aplicativos e sistemas, segregação de ambientes – desenvolvimento, teste e produção, gerenciamento de objetos e código fonte de programas, “small applications control”, “end-user application”, “spreadsheet controls” – controle de planilhas e Banco de dados, gestão de projetos, suporte, controle de falhas, etc.
Requerimentos da Lei: Estabelecer controles que asseguram as transações financeiras de acordo com os princípios (GAAP) “Generally Accepted Accounting Principles”; estabelecer controles que asseguram que os recursos sejam protegidos
e autorizados; restaurar aos acionistas confiança e credibilidade nas informações financeiras. Aumentar o comprometimento da gerência produzindo informações financeiras exatas (accountability of management).
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