sexta-feira, 9 de março de 2012
sexta-feira, 2 de março de 2012
Por que os "apps" não podem ficar armazenados na Nuvem?

Para os mais experientes, para não dizer mais velhos, lembram do uso do Mainframe e do Terminal. Aos não familiarizados, o Terminal era o "meio" - computador utilizado para acessar os aplicativos disponíveis no Mainframe. Utilizando o conceito da Nuvem, poderíamos dizer que o Mainframe era a Nuvem e o Terminal o computador do usuário.
Estamos vivenciando a mobilidade e o compartilhamento, e cada vez mais o conceito SaaS – (Software como um Serviço) é conhecido. Agora observo as lojas de aplicativos: Apple Store, Google Marketing, Microsoft Store, etc, disponibilizando aplicativos (apps) para serem instalados nos dispositivos: computador, tablet, smartphone, etc, e me questiono: Por que os (apps) não podem ficar armazenados na Nuvem? Talvez digam que não havendo conexão com a Internet não teríamos acesso a Nuvem. Gostaria de saber o que fazemos quando não há Internet disponível? Jogamos paciência? Telefonamos, quando estamos utilizando um smartphone?
Claro que há exceções: um livro, algo específico, etc, mas não deveria ser a regra.
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Projetos de TI - Caminho para o Sucesso

Tenho acompanhado pesquisas informando que em média somente 35% dos projetos de TI obtêm sucesso, os demais excedem custos e prazos, bem como não atendem aos requisitos dos usuários. O atendimento aos requisitos aparece como o principal vilão, visto que durante o ciclo do projeto novas alterações são propostas, somando isso com a falta de alinhamento estratégico e o crônico problema de comunicação entre TI x Área de Negócio; desta forma dificilmente encontraremos uma boa equação para o sucesso almejado nos projetos de TI. Fiquei pensando, por que ao invés de atender aos requisitos da área de negócio não focar no "processo" de negócio. Um bom fluxo do processo identificando pontos de melhorias e analisando riscos poderia construir o caminho do sucesso; não teremos requisitos "desejos" atendidos, que em sua grande maioria são efêmeros e sofrem transformações constantes, ao invés disso focaremos os processos que tem começo e fim definidos, responsabilidades atribuídas, bem como indicadores de desempenho e resultados. Acredito que qualquer metodologia de projeto é bem vinda, pois o diferencial não está no método, mas no foco.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Dicas para uma conversa (oportunidade) com alguém "importante"
No Artigo: Tips for Making Small Talk With Bigwings "Dicas para uma conversa (oportunidade) com alguém importante", tradução livre, o autor John Baldoni nos sugere o planejamento para este momento, pois quando há oportunidade não precisaremos pensar no que dizer e podemos evitar gafes. A principal dica fica por conta da percepção quanto a receptividade do interlocutor; não havendo interesse ou disponibilidade é melhor aguardar uma próxima chance.
Dicas:
. Faça lição de casa, ou seja, prepare-se para o que vai dizer antes da oportunidade surgir;
. Seja você mesmo, não perdendo o contato visual e mantendo postura adequada;
. "Leia" e perceba o contexto, o ambiente e a disponibilidade para avaliar se deve continuar ou aguardar uma próxima vez.
Veja que há duas dicas envolvendo questões emocionais, que dependerão de sua habilidade de perceber o momento certo.
Dicas:
. Faça lição de casa, ou seja, prepare-se para o que vai dizer antes da oportunidade surgir;
. Seja você mesmo, não perdendo o contato visual e mantendo postura adequada;
. "Leia" e perceba o contexto, o ambiente e a disponibilidade para avaliar se deve continuar ou aguardar uma próxima vez.
Veja que há duas dicas envolvendo questões emocionais, que dependerão de sua habilidade de perceber o momento certo.
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Como não conseguir algo é a chave para consegui-lo

Peter Bregman, consultor em negócios e carreira, no artigo: How Not Achieving Something Is the Key to Achieving It
- Como não conseguir algo é a chave para consegui-lo (sucesso), tradução livre, discute a questão da persistência e forma de obter êxito
em seus propósitos; há uma tendência de acomodação ou desistência quando não conseguimos obter os resultados na primeira tentativa,
porém não consideramos o tempo e a "curva" de aprendizagem e o processo em si, concentramos o foco somente na obtenção do resultado final.
A tentativa de estabelecer um contato profissional, descrita no artigo, nos remete acreditar que mesmo algo que nos parece pouco
provável a princípio há chances de ocorrer dependendo da nossa estratégia, que deverá contar com a possibilidade de não obtenção
de resultado na primeira tentativa; o processo de aprendizagem talvez seja o mais importante item a ser considerado.
O artigo termina com "final feliz", ou seja, o resultado alcançado após inúmeras tentativas, mas a principal mensagem encontra-se
na necessidade da tentativa, pois, segundo o autor a tentativa e o aprendizado pode nos conceder o sucesso.
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Eight Things Your Employees Want From You
Oito coisas que seus funcionários querem de você:
O texto: Eight Things Your Employees Want From You de Melissa Raffoni, publicado na Harvard Business Review, descreve de forma simples e objetiva questões, que na maioria das vezes, não são discutidas entre o líder e liderado. As oito "coisas" não esgostam o assunto, porém nos faz pensar e questionar comportamentos e valores:
1. Liderado: Diga-me o meu papel, me diga o que fazer, e descreva as regras;
2. Aplicar disciplina ao meu colega que está fora da linha (em desacordo com as regras);
3. Liderado: Matenha-me motivado. Há muitas interpretações a respeito, principalmente que somente a própria pessoa (liderado) pode se motivar, o professor Marins descreve bem este item, porém o líder pode contribuir com projetos e atividades que desafiam, de forma "saudável", o liderado;
4. Liderado: Não se esqueça de me elogiar. Tema também de discussão, o feedback positivo contribui para motivação do profissional;
5. Liderado: Não me assuste. O liderado precisa de um líder comedido, que confia no trabalho do profissional e não perde o controle facilmente;
6. Liderado: Impressione-me. Novamente a questão da atenção e argumentos para manter o profissional motivado e interessado na conclusão do projeto ou atividade a qual se destina;
7. Liderado: Dê-me alguma autonomia. O líder pode conceder autonomia ao liderado, porém com o acompanhamento frequente, proporcionando o compartilhamento da responsabilidade;
8. Liderado: Ajuda-me a vencer. Ninguém quer falhar. Indecisos líderes que mantêm as pessoas em papéis errados, definem metas não realistas, manter os membros da equipe improdutivos ou mudam de direção injustamente, apenas frustram todos e faz as pessoas se sentirem derrotadas; os funcionários querem e precisam de um líder.
O texto: Eight Things Your Employees Want From You de Melissa Raffoni, publicado na Harvard Business Review, descreve de forma simples e objetiva questões, que na maioria das vezes, não são discutidas entre o líder e liderado. As oito "coisas" não esgostam o assunto, porém nos faz pensar e questionar comportamentos e valores:
1. Liderado: Diga-me o meu papel, me diga o que fazer, e descreva as regras;
2. Aplicar disciplina ao meu colega que está fora da linha (em desacordo com as regras);
3. Liderado: Matenha-me motivado. Há muitas interpretações a respeito, principalmente que somente a própria pessoa (liderado) pode se motivar, o professor Marins descreve bem este item, porém o líder pode contribuir com projetos e atividades que desafiam, de forma "saudável", o liderado;
4. Liderado: Não se esqueça de me elogiar. Tema também de discussão, o feedback positivo contribui para motivação do profissional;
5. Liderado: Não me assuste. O liderado precisa de um líder comedido, que confia no trabalho do profissional e não perde o controle facilmente;
6. Liderado: Impressione-me. Novamente a questão da atenção e argumentos para manter o profissional motivado e interessado na conclusão do projeto ou atividade a qual se destina;
7. Liderado: Dê-me alguma autonomia. O líder pode conceder autonomia ao liderado, porém com o acompanhamento frequente, proporcionando o compartilhamento da responsabilidade;
8. Liderado: Ajuda-me a vencer. Ninguém quer falhar. Indecisos líderes que mantêm as pessoas em papéis errados, definem metas não realistas, manter os membros da equipe improdutivos ou mudam de direção injustamente, apenas frustram todos e faz as pessoas se sentirem derrotadas; os funcionários querem e precisam de um líder.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
IT Security Policy

Qual é a melhor forma de implementar a Política de Segurança de TI nas empresas?
Normalmente as regras são criadas pelos líderes de TI, sem a participação dos funcionários. Os usuários que não sabem por que as regras foram criadas talvez não participem e não aplicam no trabalho. Alguns especialistas em segurança de TI sugerem a inclusão de um responsável por cada área para debater e explicar as exigências em termos de aplicativo, acesso e comunicação. Mídia Social, mensagem instantânea, conexão sem fio, “gadgets”, aplicativo de e-mail pessoal, etc. O uso deve ser justificado e compreendido pelos funcionários. As regras também devem ser revistas mensalmente ou trimestralmente. Este processo começa com a implementação, mas não tem prazo para terminar e deve estar vivo (ativo).
What is the best way to implement IT Security Policy at companies?
Usually the rules are created by IT leaders, without employees participation. Users who do not know why the rules were created may not attend and to apply at work. Some IT Security specialists suggest to include a responsible for each area to discuss and explain the area requirements in terms of the application, access and communication. Social Media, instant messenger, wireless connection, gadgets, personal e-mail application, etc. The use must be justified and understood by employees. Rules also need to be reviewed monthly or quarterly. This process begin with implementation, but does not have time to finish and must to be alive (active).
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